Medo, Violência e a manipulação da imprensa em busca de condenações, muitas vezes com interesses escusos, pode levar um inocente a mofar na cadeia. Não existem provas suficientes para condenado acusado de ter matado o Pai e sua Madrasta, Gil Rugai.

Posted On 20 de fevereiro de 2013

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Alguns portais exageram no sensacionalismo, enquanto a acusação se perde ao apresentar erro em vídeo, erro esse cometido pelo mesmo perito perito que disse: 'Eu reitero e confirmo: o chute foi desferido por Gil Rugai'.
O médico perito Daniel Romero Munhoz confirmou em depoimento nesta segunda-feira (18) que Gil Rugai – acusado de matar a tiros o pai e a madrasta em março de 2004 – tinha um edema no centro do pé direito. O especialista evitou, no entanto, relacionar o ferimento ao chute que Rugai teria dado para arrombar a porta da casa do pai, Luiz Carlos Rugai, antes de atirar cinco vezes contra ele e outras seis vezes contra a madrasta, Alessandra de Fatima Trotino, como diz a tese que a acusação sustenta.
A defesa do estudante Gil Rugai, 29, lançou mão de uma doutora em antropologia no terceiro dia de júri, nesta quarta-feira (20), para tentar convencer os jurados de que o réu não se trata de uma “pessoa estranha, esquisita”.
Para a testemunha, a professora da USP Ana Lúcia Pastore Schritzmeyer, a construção da personalidade do réu durante a investigação pode ter se pautado por “estereótipos” e “preconceitos”.
Formada em antropologia e direito, a testemunha também é pesquisadora-sênior do Núcleo de Estudos da Violência da USP e destacou ter estudando durante anos os ritos no Tribunal do Júri paulista.
Ela alertou os jurados que, “no Brasil, e de um modo geral”, não é respeitado um princípio jurídico que determina que, caso eles tenham dúvida sobre a culpabilidade do réu, ele deve ser absolvido –no latim, o “indubio pro reo”.”O que temos é uma sede punitiva, e o indubio tem se decidido contra o réu”, disse.
A defesa insistiu com a especialista no perfil de pessoa estranha e sem emoções que Gil Rugai teria adquirido perante a opinião pública, nos últimos anos, em função de situações e de provas apresentadas pela polícia e pela acusação. Logo no início do caso, em 2004, chegou a se noticiar que Gil Rugai teria relação com o nazismo. Ontem, os advogados mostraram um vídeo de uma peça de teatro na escola, durante a adolescência do réu, em que o nazismo era abordado, mas sem apologia.
Segundo a polícia, também foram encontradas no quarto de Gil Rugai, à época, seringas om sangue, raticida, um filme com temática homossexual e homicida e a carta de uma amiga em que ela dizia ao réu que, se o fosse, ele deveria se assumir gay.
Para a pesquisadora da USP, o uso de elementos como esses nas investigações não é gratuito.
“Essa coleta [de provas] é uma questão de seletividade”, disse. “Estão em construção narrativas pautadas em estereótipos e em valores sociais usados para compor um cenário com elementos subjetivos calcados em valores morais”, definiu.
Sobre o uso de elementos nazistas, a professora citou que a ideologia “não é politicamente correta” para se referir a esses valores morais. Sobre a homossexualidade, foi taxativa: “Eu diria que dar ênfase a sua opção sexual mostra o quanto isso é relevante e alvo de preconceito”, disse.
O promotor do caso, Rogério Zagallo, convidou a estudiosa para uma palestra na faculdade onde ele leciona. E devolveu: “O seu discurso vai cair como uma luva lá na academia”.
“Discordo, pois é na academia que se formam os profissionais que vêm depois para o Tribunal do Júri”, ela respondeu.
Zagallo tentou mostrar aos jurados o conhecimento parcial da antropóloga sobre o caso Gil Rugai depois de indagar, e receber respostas negativas, se havia lido “as mais de 5.000 páginas do processo”, se conhecia as provas ou se conhecia o réu.
“Eu não li, mas tenho certeza que os jurados também não leram [as 5.000 páginas]”, rebateu a testemunha, frisando, ainda, que os sete cidadãos que analisarão se Rugai é culpado ou não estão tendo acesso, na realidade, a “interpretações” oferecidas pela acusação e pela defesa.
Para o assistente de acusação, Ubirajara Mangini, a testemunha falou bem, mas não acrescentou elementos concretos sobre o envolvimento do réu no crime.
“A doutora deu uma aula maravilhosa sobre o júri, mas a esquisitice dele [Gil Rugai], que pelo menos eu considero, é um conjunto de fatos que nos leva a crer que Gil Rugai é uma pessoa diferente das outras. Mas isso não o traz à cena do crime: o que traz são as provas”, disse.
A avaliação de um dos advogados da defesa, Thiago Anastácio, entretanto, foi oposta sobre o depoimento: “Foi absolutamente avassalador.”
Já a antropóloga disse que espera ter deixado os jurados com dúvidas, já que, na opinião dela, “esse é um caso que carrega muitas dúvidas e poucas certezas”.
Ana Lúcia declarou também em entrevista coletiva que viu Gil Rugai pela primeira vez hoje, no plenário.
O ex-seminarista Gil Rugai, 29, é acusado de tramar e executar a morte do pai, o empresário Luiz Carlos Rugai, 40, e da madrasta, Alessandra de Fátima Troitino, 33, em 28 de março de 2004.
O casal foi encontrado morto a tiros na residência onde morava no bairro Perdizes, zona oeste de São Paulo.
Segundo a acusação, o crime foi motivado pelo afastamento de Gil Rugai da empresa do pai, a Referência Filmes. O ex-seminarista estaria envolvido em um desfalque de R$ 100 mil e, por isso, teria sido demitido do departamento financeiro.
Durante as perícias do crime foram encontrados indícios que, segundo a acusação, apontam Gil Rugai como o autor do crime. Um deles foi o exame da marca de pé deixada pelo assassino numa porta ao tentar entrar na sala onde Luiz Carlos tentou se proteger.
O IC (Instituto de Criminalística) realizou exames de ressonância magnética no pé de Rugai e constatou que havia lesões compatíveis com a marca na porta.
Outra prova que será apresentada pela acusação foi uma arma encontrada, um ano e meio após o crime, no poço de armazenamento de água da chuva do prédio onde Gil Rugai tinha uma agência de publicidade.
O exame de balística confirmou que as nove cápsulas encontradas junto aos corpos do empresário e da mulher partiram dessa pistola.
O sócio de Rugai afirmou que ele mantinha uma arma idêntica em uma gaveta da agência de publicidade e que não a teria visto mais lá no dia seguinte aos assassinatos.
Gil Rugai chegou a ser preso duas vezes, mas foi solto por decisões da Justiça.
A participação de Léo Rugai diante do júri começou por volta das 19h. Ele comentou sobre a “estranheza” do irmão, falou sobre a relação dos dois com o pais e a madrasta antes de, por volta das 20 horas, responder ao advogado de defesa porque estava testemunhando a favor do irmão: “Porque eu o conhgeço. Eu acredito nele”.
Léo admitiu que chegou a desconfiar de Gil logo depois da prisão, mas mudou de ideia no primeiro encontro com irmão. Na ocasião, o acusado afirmou que tinha provas de que estava em seu escritório no momento do crime. “Havia ligações feitas da empresa dele no momento”.
Em outro momento, Léo admtiu que ele e o irmão gostavam de brincar com canivetes e armas de chumbo desde pequenos. Mas ele quis deixar claro que o irmão não era uma pessoa diferente das outras. “Quaisquer objetos de uma pessoa observados separadamente podem parecer estranhos, mas quem conheceu o Gil o considerava uma pessoa normal”, disse. Gil segue a ser ouvido no Fórum Criminal da Barra Funda, zona oeste de de São Paulo.

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Onlyzzy® é um alimento funcional extraído do cogumelo branco da espécie Agaricus bisporus BX-100 originário do Japão, onde através de uma técnica de fabricação em um método patenteado são cultivados os cogumelos brancos em estufas próprias e obtido dos seus ativos o tipo BX-100 de Agaricus bisporus (Onlyzzy®).

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Da aquisição:

Primeiramente, é necessário explicar que não temos ainda a capacidade de produção compatível com a demanda no mercado. Destarte, fomos obrigados a limitar sua aquisição. Ele pode ser adquirido na unidade, para seis meses ou para um ano.

Os valores estão expostos abaixo:

.Lembramos que o primeiro frasco contém 60 capsulas, equivalente a 30 doses (duas capsulas diárias pela manhã). Os demais, possuem 30 cápsulas, devendo ser ingerida uma por dia, a partir do segundo mês

Tabela onlyzzy para word

O Tratamento Semestral é composto de um frasco com 60 cápsulas para o primeiro mês, e 5 frascos contendo cada 30 capsulas para 5 meses. Totalizando 6 meses. O custo mensal desse tratamento é de R$ 232,50

O Tratamento anual é composto de um frasco com 60 cápsulas para o primeiro mês, e 11 frascos contendo cada 30 capsulas para 11 meses. Totalizando 12 meses. O custo mensal desse tratamento é de R$ 175,50.

Os valores acima mencionados foram colocados dessa forma para que todos pudessem compreender. Os valores mencionados são exclusivamente para pagamentos através de Transferência bancária ou depósito em conta.

Em caso de aquisição pelo Pag Seguro, o comprador arca com o ônus, inclusive o de parcelamento. Nosso objetivo ´a transparência máxima, sem o apoio do Governo Federal, livrando-nos de tributação, vocês chegaram a ver, constatar o valor do produto: R$ 799,00.

Para que tenham ideia dos esforços de todos, O Tratamento anual que custava R$ 4794,00 passou a custar, R$ 2106,00. Um valor 60% menor.

OBS: Esses valores são para Brasileiros residentes no Brasil. Há proibição legal da venda para o Exterior. Solicitamos a não insistência. Como dito, o valor está sendo subsidiado.

Entre em contato agora por e-mail ou pelo Skype, ou ainda por telefone:

onlyzzy@outlook.com

onlyzzy@uol.com.br

Skype: onlyzzy

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